Objetivos

A nossa filosofia



Objetivos

Citamos a seguir o artigo 3 do estatuto La Leva que elenca as finalidades da associação e o artigo 15 do regulamento aplicativo, o qual introduz a possibilidade de organizar-se localmente.

Art.3 – finalidade:

  1. Sensibilizar a opinião pùblica, através da publicação de todo tipo, campanhas, manifestações, cursos de educação e outros meios apropriados, sobre o direito dos consumidores à liberdade de escolha com especial resguardo, mas não limitado, a escolhas referentes a saùde e à alimentação, ao tratamento e a prevenção das doenças, e tambèm o desenvolvimento da própria personalidade e a própria relação com as coisas de uso quotidiano, o ambiente em seu amplo conceito, e a natureza na sua integralidade que transcende a classica subdivisão dos tres reinos;

  2. Promover o estudo, a pesquisa e a educação nos campos da saúde, a alimentação e a medicina interpretada como prevenção e tratamento com metodologias não invasivas e não violentas, e de qualquer forma, compativeis com a fisiologia do corpo humano, no respeito a sua integridade em vida e em post mortem, e das leis naturais, das quais o instinto é o sugestivo e salvaguarda;

  3. Proteger ativamente o direito dos simples consumidores em fazer as suas escolhas em sua mais completa liberdade e intervenir, ainda que com ações legais a favor de cada individuo e da coletividade, nos casos onde estas escolhas fossem injustificadamente limitadas por proibicionismos ou obrigações que derivem de falsos protecionismos que criem obstàculos, e exigir com esta intenção a consultação preventiva do cidadão consumidor, através das associações que o representam.


Art.15) – Sedes Destacadas

Para um desvolvimento mais eficàz das atividades da associação é aconselhavel o organizar-se de sedes destacadas em vàrios pontos do territòrio nacional mas sobretudo mundial, visto que a maior parte dos estudos mais importantes sobre temàticas pelo que nasceu esta associação atualmente vêem do exterior. Uma sede destacada pode ser organizada por um grupo de socios ordinàrios residentes em uma zona diversa daquela de Roma, apòs solicitação especìfica e aprovação do conselho diretor. As atividades de uma sede destacada provêem em qualquer caso, em estreita colaboração com o conselho diretor, o qual pode intervenir em caso de necessidade para fazer respeitar as suas diretivas.



A nossa filosofia

Pode parecer supèrfluo haver um outro movimento para a proteção dos consumidores: mas jà não existem muitos? Invès não, nascemos porque muitos de nós não são inteiramente de acordo de deixar a proteção dos seus direitos nas mãos de estruturas institucionalizadas, instrumentalizadas e consequentemente ineficazes.

Sentimos que somos maduros e capazes de decidir em modo autonomo que coisa pode nos fazer bem ou mal (estamos falando da nossa saùde) e mais em geral acreditamos que a “tutela do consumidor” seguramente nasceu de um desejo de fazer–nos estar bons, de consumir as coisas justas e de fazer parte de um “rebanho” obediente, o povo dos consumidores, afinal.

E invès somos individuos, e individuais deverão ser as nossas escolhas, se não queremos perder nossa liberdade.

Frequentemente os proibicionismos se escondem atràs de um manto de uma “tutela” dos consumidores e da sua saùde corpòrea ou mental, quando na verdade existem outros interesses em jogo.

Se vai do proibicionismo do alcool, jà superado mas que portou tanta fortuna à màfia do novo continente nos “anos de ouro”, os anos vinte, ao proibicionismo da droga, que por muito tempo varreu do mercado a fibra do cannabis, concorrente desagradavel das fibras sintèticas produzidas por certos gigantes da indùstria quimica e que jà de ha uns trinta anos transformou-se em uma mina de ouro para serviços secretos e carteis de criminosos que de coca e heroina tiram enormes proveitos.

Recordamos ainda o proibicionismo “moral “ da sexualidade, que faz da prostituição uma atividade “suja” à qual porem, recorrem sem distinção ricos e pobres, à perseguição e ao estigma reservados a todas as diversidades sexuais, ùltimo exemplo a pedofilia em internet, àlibe comodissimo talvès colocado là como pretexto para exigir “controle eficàz” em todas as comunicações, mesmo que pessoais, que viajam atravès da rede.

E ainda, por último neste breve elenco mas não por isto menos perigoso, o proibicionismo sobre a liberdade de escolha em matèria de sanidade. Ainda contra a expressa citação contida na constituição (art.32 “… ninguèm pode ser obrigado a um determinado tratamento sanitàrio se não por disposição legal. A lei não pode em nenhum caso violar os limites impostos do respeito da pessoa humana”) nos foi dito que uma jovem e os seus pais não são capazes de escolher se submeter-se a quimioterapia, uma moderna tortura feita por meio de injeções de substancias toxicas para “exorcisar” o mal, neste caso o cancer. A vacina vem claramente imposta oficialmente, ainda que existam provas referentes aos danos para a saùde, silenciados para não acabar com o business.

Nos foi tambem proposto, ainda se na versão “humana” porque era acompanhada de anestesia, a pràtica açougueira do elletroshock (sim, existe ainda, mesmo depois da abolição de lager nos hospitais psiquiatricos). E jà que começamos, existe ainda o proibicionismo das altas doses de nutrientes, para manter distante dos consumidores a todo custo com palavras de alguns funcionàrios ministeriais de uma tal “autoridade” que como o Garanttini de turno, mais se preocupam com seus postos em comissões que com a nossa saùde ou seus deveres, que seriam aqueles de nos dar os meios para não adoercermos invèz de gerir as nossas doenças.

Nòs somos contràrios a todas as formas de proibicionismos sob qualquer pretexto, mas o mais importante, somos a favor da liberdade de escolher. Este é um programa que vai bem alèm do campo da saùde propriamente dito.

Estamos concentrando, é verdade, neste primeiro momento da nossa existência como movimento organizado, sobretudo sobre escolhas referentes à saùde, que nos parece um tema urgente e importante que deve ser resolvido rapidamente. Porèm a nossa filosofia não se acaba alì, somos abertos a um crescimento (preferimos um crescimento “organico”, isto é, natural, não forçado)em direção a outros horizontes de tutela dos direitos do individuo e das escolhas pessoais.